Choveu!!! Vamos brincar de que??

Tudo bem, está chovendo e as crianças ainda estão em casa...e agora?
E agora vamos brincar! Já coloquei algumas atividades aqui no blog que podemser feitas dentro de casa, mas vou colocar mais uma brincadeira para tentarcolaborar.
Primeiro, em dias de chuva, alguns pais já devem ter usado um vasto repertório,como dominó de bichinhos, cartas e jogos de tabuleiro para tentar segurar a molecada. Se jogos de tabuleiro são bem interessantes, porque não fazer o seu próprio jogo?
Como assim?
Aí vai um exemplo... 
(parece um texto longo, mas é fácil e rapido de fazer e bem legal de brincar!)
Pegue uma folha de papel (a sua escolha, A4, canson, cartolina) e peça para acriança escolher 3 cores de giz de cera (ou lápis colorido, ou canetinha) paracomeçar a montar o jogo.
Pegue a folha de papel, separe um pedaço, por exemplo, você pode pegar uma daspontas e fazer a forma de um trapézio (no caso um triangulo e um retângulo),recorte (em vermelho ) formando um quadrado e um retângulo.

Desenhe um circulo dentro da folhaquadrada, para muitas crianças desenhar um circulo pode ser um poucocomplicado, você não precisa usar um compasso (até pode, dependendo da idade dacriança), mas uma tampa de um pote, um pratinho de plastico (aquele que sobrouda festa de aniversário) será muito útil. Depois voce irá desenhar uma cruz (umX ) dentro do circulo, em cada canto em que esta cruz cruzar com o circulo voceirá desenhar um semicírculo (meia lua... veja imagem).

O desenho acima usa duas cores poréma idéia é usar uma só, lembra que no começo pedi para escolher tres cores degiz de cera? Era para isso...

E as outras duas? 
São as peças do jogo
Como assim?
Deixamos um retangulo de papel, certo? Neste retangulo pintaremos cada metadecom uma cor 

Após pintar a folha recortaremos comos dedos(você pode usar tesouras), quatro bolinhas, ou pedaços, não precisa serperfeito a ideia é jogar...
Jogo - Gato x Rato
Objetivo: fechar o seu adversário em um dos pontos do tabuleiro
Como jogar:
primeiro posicione as peças no tabuleiro

Depois cada participante pode fazerum movimento, esse movimento sera de um ponto a outro de cruzamento das linhas.Por exemplo a peça em cima do semicírculo só pode se movimentar para o meio,nesse primeiro movimento, assim como as laterais só conseguem caminhar para olado até a ponta do semicírculo
Cada um faz um movimento e aguarda oadversário, as peças podem ir e voltar sem problema, respeitando a vez de cadaparticipante, até que um dos jogadores consiga imobilizar uma peça doadversário
FOTO: Pai e filho brincando em casa - apesar de amigos a foto não foi combinada...






458 anos - "Vou à Luta Sem Pedir Licença... Tupy or not Tupy? Sampa é a Resposta"

Hoje 25 de janeiro de 2012, aniversário de 458 anos de São Paulo resolvi deixar uma letra de um samba do Águia de Ouro (2002) que intitula o texto onde "Sampa" é a resposta!
Este samba é do Pelézinho, Quinzinho, Willian e Leandro Lehart ("pagodeiro, mestiço brasileiro" que cantava no Art Popular) e fica como homenagem neste dia... de aniversário e de ensaio no anhembi!!



Quero ouvir toda galera... cantar
Com a nossa bateria... vibrar
Minha águia da pompéia festeja
E lá no céu uma estrela vai brilhar
Sob a luz do criador
Vi um futuro promissor
Pra esta cidade, que eu mario de andrade, me apaixonei
Chegaram, bandeirantes de aço
Imigrantes em teus braços
Acelerando a industrialização
"lembra da revolução?"
Pela constituição, calou-se um ditador... ôôôô
A democracia é a nossa diferença
Vamos a luta, vamos sem pedir licença
És grande pela própria natureza
Pólo cultural deste país
És o eldorado brasileiro
Terra do trabalho e do dinheiro
A tua moda traz fascinações
Em devaneios e ilusões
Festeira, tua noite é pioneira
Da tropicália a bossa nova e o rock nacional
Tem gente boa, olha a cinderela negra
Na terra da garoa
Vem anhembi, bate na palma da mão
Sou suburbano, paulistano, sou da gema
E neste samba vou mandando o meu poema

Frustrações com a hipnose, da Suécia ao Paraná

A hipnose forense está em alta. Não só o romance “O hipnotista” faz sucesso no Brasil e no mundo como no mesmo ano do lançamento do livro no país (2011) foi reinaugurado um laboratório de hipnose no Instituto de Criminalística do Paraná. Acho que é hora de retomar a campanha por uma Legislação Baseada em Evidências.

Leia a íntegra no Portal Estadão.


Screening da Carótida não aumenta a cessação do tabagismo

Impact of Carotid Plaque Screening on Smoking Cessation and Other Cardiovascular Risk Factors

Medo percebido (educação em saúde): funciona?

Aparentemente em relação ao screening de carótica para fumantes, isoladamente, não. É o que revela um estudo publicado no Archives of Internal Medicine.

Triagem para aterosclerose carotídea não melhorar as taxas de cessação do tabagismo ou controle dos fatores de risco cardiovascular. Cerca de 540 fumantes foram randomizados para rastreamento ultra-sonográfico de triagem na carótida ou não , e todos os participantes também foram submetidos a um ano de terapia para cessação de tabagismo, que incluiu aconselhamento e terapia de reposição de nicotina. Pacientes com aterosclerose identificada na triagem receberam imagens de sua placa, além de aconselhamento adicional.

Em 1 ano, não houve diferenças significativas entre os grupos nas taxas de cessação do tabagismo, controle de fatores de risco cardiovascular, ou mudanças nos escores de risco de Framingham.

O editorialista do Archives of Internal Medicine aconselhou os médicos se concentrar em melhorar suas relações com os pacientes - em vez de usar "imagens simples" - ao tentar motivá-los a mudar seus estilos de vida.

É importante lembrar que o medo percebido é apenas um dos componentes de crenças dos pacientes acerca da mudança de comportamento. As pessoas mudam de comportamento de acordo com uma série de variáveis, que incluem gravidade e susceptibilidade percebidas, mas também os benefícios, as barreiras, e a crença na capacidade de mudar de comportamento.

E estes componentes se interrelacionam de maneiras diversas quando se estudo mudanças de comportamento para doenças agudas, doenças crônicas, fatores de risco e de proteção.

Assim, é importante perceber que o US de carótida é apenas mais um componente na mudança de comportamento, e não "o componente" que fará a diferença na mudança de hábitos.

Livre acesso ao artigo:




Livre acesso ao editorial:




Sugestão de leitura:



















Publicado originalmente por Leonardo C M Savassi

Um caso, um exemplo do que não é educação!



Vocês reconhecem a foto acima? um caso que repercutiu na mídia de uma suposta gravidez de quadrigêmeos.
A noticia já circulou o suficiente, mas ainda ficou na minha cabeça o exemplo... que exemplo?
Segundo o dicionário Houaiss (em azul) "exemplo"
1. o que pode ou deve ser imitado; modelo (siga o e. de seu pai)
Que exemplo foi dado por essa mãe para seu filho?
2. fato que pode servir de lição
Ao meu ver, essa deve ser uma lição muito grande para ela, mas acho que vale para o nosso dia a dia, há um tempo atras contei sobre a postura de um pai no aeroporto atrasado para seu voo. (pais também seguem regras), nossas atitudes todos os dias são exemplos durante a educação. 
3. fato usado para ilustrar ou esclarecer algo (meu sobrinho é um e. do que estou dizendo.)
É o que essa foto pode ilustrar um exemplo do que eu disse acima

Existe uma frase que vale para treinamentos que eu gosto bastante, mas vale também na educação: "Liderança se dá pelo exemplo!". Entenda liderança aqui como pais e mães que fazem parte da construção dessa educação.

A vida de Frank

Estava lendo a Runner´s World deste mês, com espírito elevado e pensando nos planos futuros. Quando, dentre tantas notícias sobre saúde, competição e imagens de ar livre, me deparo com a história de Frank Shorter. Nunca tinha ouvido falar no ser humano. Pensei: "ok, deve ser mais uma história de sucesso de mais um corredor". Meu pequeno desdém tem um motivo: todo herói parece ter sido só sucesso e algumas superações. Mas não é o caso.

Ele foi um dos mais importantes atletas americanos do final do século passado, no quesito corrida. Mas ocultou durante toda a vida uma história macabra que assombrou seus pensamentos a vida inteira. Vou copiar alguns trechos porque eles falam por si próprios. Se quiser ler a matéria completa (que muito maior também fala de sua carreira como atleta), clique aqui ou compre a revista (se pedir, eu empresto). Ela era filho do médico generalista Dr. Samuel Shorter, homem querido e admirado na cidade onde viviam.


"Frank Shorter não guarda fotografias do pai, Samuel. Segundo de 11 filhos, cinco meninos e seis meninas, Frank é o que mais se parecia com ele. Os dois tinham o mesmo olhar indagador, a cabeleira farta e o perfil afilado e aristocrático. Durante a infância de Frank, os moradores da cidade de Middletown, no estado de Nova York, comentavam com frequência o quanto oso dois eram parecidos. A intenção era fazer um elogio, mas assim como tudo que estava ligado ao pai, esses comentários despertavam um medo incontrolável e secreto em Frank."

"Ele não ia me bater no carro. Ele deixaria para mais tarde, em casa, onde ninguém podia vê-lo."

"Recentemente, Frank decidiu quebrar o silêncio. O primeiro motivo para isso foi a morte de seu pai, em junho de 2008, em Middletown. Frank foi a sua cidade natal para participar de uma prova e visitou seu pai, internado em estado terminal. 'Olhando em seus olhos, eu senti um grande alívio', diz Frank. 'Ele não podia mais me machucar. Ele não podia machucar minha mãe, nem meus irmãos e irmãs. Ele não podia mais machucar ninguém. E eu nunca teria que pensar nele de novo.

Entrento, com a morte do pai, Frank sentiu-se inquieto. Velhas lembranças voltaram a assombrá-lo, até explodirem, dois anos mais tarde, antes de uma prova no Missouri.

Frank havia ido dar uma palestra com seus colegas de corrida Bill Rodgers e Dick Beardsley. Os três foram a um colégio de ensino médio que abrigava menores infratores e que receberria as doações arrecadadas na prova. 'O organizador do evento nos pediu para conversra com alguns jovens e fazer um breve discurso motivacional no auditório', conta Frank. 'Olhei para todos aqueles jovens sofridos e percebi que eu era um deles."

"'Falei sobre como eu me sentia quando estava deitado na cama, quando era criança, ao ouvir os passos do meu pai na escada', conta Frank. 'Como ententava adivinhar seu humor e sobre o esforço diário que nós, seus filhos fazíamos para nos mantermos fora do caminho dele. Falei sobre a busca por uma válvula de escape para o medo e o ódio que sentia, e sobre como encontrei isso na corrida. Admiti que corria para fugir. E descrevi a culpa que sentia por não ser capaz de salvar toda minha família."

"'As pessoas merecem saber a verdade', disse Frank. 'Acho que eu mereço a verdade. E meu pai? Cheguei à conclusão de que ele merece piedade, mas que também precisaria responder à justiça. Não é certo que ele fique sem pagar pelo que fez.'

Meu pai tinha uma personalidade de médico e monstro. Ele dedicava carinho e amor á comunidade e terror e violência para aesposa e os filihos.'"

"Em 1948, (...) durante uma visita à Flórida, Frank levou a primeira surra. 'Eu estava correndo e gritando na estrada e meu pai me bateu com o cinto porque eu tinha sujado a fralda.' Frank diz que reprimiu aslembranças de muitas das surras que vieram depois, mas que se lembra claramente de quatro ou cinco episódios especialmente violentos. 'Essas surras aconteciam com tanta frequência, comigo e com meus irmãos, que eu chegava a pensar nelas quase como uma rotina', diz."

"Os filhos do Dr. Samuel afirmam que, além da violência física, ele também praticava tortura psicológica. 'Ele era mestre em explorar a insegurança e os defeitos de cada um de nós', diz Barara duPlessis, de 52 anos, irmã de Frank.

O atleta concorda que os machucados mais profundos talvez sejam os emocionais. 'Nós nunca conseguíamos relaxar na presença dele. A única atenção que ele me dava era quando me ensinava a ter disciplina.' (...) Algumas vezes o ódio e a crueldade de Samuel chegavam a níveis que ultrapassavam o limite da razão: além das surras de cinto e dos jogos psicológicos, duas irmãs de Frank também acusam o pai de estupro. (...) 'Acho que o abuso sexual fazia parte de um programa abrangente de opressão, para manter os filhos sob total controle', diz ela.

Ao que tudo indica, os vizinhos nunca suspeitaram de que o homem ilustre fosse outra pessoa dentro de casa. (...) 'Nós, crianças, sentíamos muita vergonha e culpa e nunca falávamos sobre isso, nem mesmo entre a gente.'"

"'Minha mãe me disse que, toda vez que nos deixava sozinhos em casa com nosso pai, algo ruim acontecia', diz Frank. 'Ela tinha tanto medo dele e negava seu comportamento violento em um nível tão absurdo que não conseguia dizer o que era algo ruim. Então, ela simplesmente resolveu não nos deixar mais sozinhos com ele. Por fim, exceto em raras ocasioões, ela simplesmente deixou de sair de casa.'"

"Fank continuou apanhando até mais ou menos os 10 anos de idade, época em que já estava grande o suficiente para resistir ou revidar às surras do pai. 'Era mais fácil me bater quando eu era pequeno', diz. Então Samuel parou de gredir Frank, ao menos fisicamente."

"Para Frank, se fosse ele o escolhido, era quase como um alívio. Ficar deitado ouvindo o pai surrar um de seus irmãos era quase pior qdo que apanhar.

"Geralmente, Frank sentia o cheiro de álcool no hálito do pai e isso era ao mesmo tempo bom e ruim. Ruim porque o tornava ainda mais violento. E bom porque,estando bêbado, ele podia se confundir e usar a ponta do cinto e não a fivela."

"Frank decidiu que seu pai nunca ficaria perto das crianças e os netos cresceram sem ter contato com o avô. 'E meus filhos nunca questionaram isso. Acho que eles seentiam que havia alguma coisa errada entre mim e ele. E, por causa do meu pai, eu nunca encostei um dedo nos meus filhos. Meu objetivo na vida sempre foi por um fim ao ciclo de violência', diz.

'A verdade só ajuda', afirma Frank. 'Talvez algumas crianças que estejam passando pel amesma situação que eu passei busquem ajuda. Gostaria que eu, meus irmãos e irmãs tivéssemos recebido ajuda. Queria que meu pasi tivesse recebido ajuda.'"


Não é bonito, não vai fazer seu filho mais obediente. E talvez essa seja a história que ele conte a seu respeito. Pense nisso. Por sorte Frank buscou os esportes. Poderia sim ser mais um delinquente criado em casa, feito à mão, mão em riste.

Se não quer, não tenha filhos. Se tem filhos, queira-os bem.

Um abraço.


Precisa dizer mais alguma coisa?

fonte: http://www.bibliacomentada.com/

Um abraço.

Brinquedo incentiva criatividade e comunicação


Os brinquedos se tornam elementos que tornam a criança mais sociável
Crianças que tem contato com brinquedos e jogos educativos se desenvolvem melhor. A constatação é de um estudo de caso realizado no Instituto de Psicologia (IP) da USP pela professora e psicóloga Paula de Souza Birchal. “O incentivo à exploração lúdica é enriquecedor para diversos aspectos da formação como a criatividade e comunicação. Não fazê-lo é privar a criança de um crescimento realmente completo”, afirma a pesquisadora. Nas creches, na maioria das vezes as professoras se assumem como responsáveis pela saúde física das crianças, mas isso não é o suficiente. Paula acredita que possibilitar o senso lúdico durante a formação é essencial para que se alcance o desenvolvimento integral dos pequenos.
A pesquisa envolveu crianças de duas creches comunitárias de Belo Horizonte (MG) e mostrou os benefícios da exploração lúdica, tanto na relação entre bebês, quanto na relação entre funcionários e bebês. “Quando o bebê aperta, morde, senta, joga, enfim, explora o brinquedo, desencadeia nele o prazer de estar com aquele objeto. Essas novas sensações e experiências são fundamentais para seu desenvolvimento”, descreve Paula.
As creches comunitárias investigadas têm uma logística particular de funcionamento: a prefeitura é responsável pela folha de pagamento dos funcionários, já as outras despesas são geridas pela comunidade local. No caso de Belo Horizonte, esses lugares são bastante comuns em comunidades de mulheres ou vilas, geralmente em regiões da periferia.
Montagem do kit
Interação com brinquedo desencadeia o prazer de estar com o objeto
Para sua pesquisa, Paula selecionou um conjunto de brinquedos para oferecer às crianças e promover a exploração lúdica. “Montamos um kit com quatro bolas de tamanhos e cores diversos, caixa de encaixe, chocalho, livro de banho [de plástico, para ser usado por bebês durante o banho] e potes de empilhar”. Os kits eram colocados no centro de uma sala do berçário, com os brinquedos misturados, de modo a permitir que a criança escolhesse aquilo lhe interessasse. “Havia um kit para cada criança, mas eles ficavam juntos, não havia uma distribuição individual. Uma criança poderia pegar mais de um brinquedo, por exemplo”.
O fato de eles estarem misturados permite que elas expressem suas preferências. A energia dessas experiências é canalizada internamente e manifestada ao mundo externo em forma de dor, prazer, sentimentos agradáveis e desagradáveis, como também os primeiros sentimentos de sucesso e fracasso. “Na exploração dos brinquedos, elas podem compartilhar objetos e se socializarem. Pode haver disputa, esse também é um sentimento saudável e necessário na construção dos sujeitos”, explica Paula.
O contato com os brinquedos
Com a ajuda de suas alunas colaboradoras, Paula desenvolveu um método de análise que se baseava na filmagem do contato das crianças com os brinquedos. O plano piloto era inserir o kit no ambiente de berçário e estudar as reações das crianças diante daqueles novos objetos e verificar se a ludicidade era significativa nas condutas afetivas delas. A captura de imagens ia desde o momento em que a criança se via diante do brinquedo, passando pelos primeiros contatos, até o momento em que ela o abandonava e seguia para outra atividade.
O espaço físico deve permitir a exploração de novas atividades e novos desafios
Foram feitas dez observações, cinco em cada uma das creches comunitárias escolhidas. “Foi difícil encontrar creches que aceitassem bebês de 0 a 2 anos. Hoje, seria mais fácil porque há maior cobrança em relação ao cumprimento das leis que envolvem esta questão, mas na época em que fizemos a coleta dos dados, entre 2007 e 2008, não era comum estabelecimentos que aceitassem crianças tão novas”, conta.
O material filmado permitiu a reflexão sobre uma série de pontos. As cenas que se repetiram foram agrupadas e depois analisadas. A partir disso, Paula criou um mapeamento das condutas afetivas das crianças.
Ficou clara a necessidade de um esforço para que as crianças consigam se desenvolver mais e melhor. Os brinquedos são uma grande oportunidade para isso porque favorecem a expressividade. “Depois de entrar em contato com as imagens, vi o quanto privamos as crianças desse significativo desenvolvimento. A exploração lúdica abre um novo universo para todas elas.”
A carência de pessoal também se mostrou evidente. “As professoras cuidam das crianças fisicamente, mas é preciso um maior preparo no sentido de trabalhar seu senso lúdico”. O espaço físico deve ser repensado de modo a permitir que as crianças explorem novas atividades e estabeleçam novos desafios.
A tese de doutorado Exploração lúdica e afetividade em crianças de creche foi defendida em 2011 e orientada pelo professor Lino de Macedo, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade do Instituto de Psicologia da USP.

Por Paloma Rodrigues - paloma.rodrigues@usp.br
 Publicado em 16/novembro/2011

Ensaios novos e estabelecidos: Troponina é altamente sensível e específica para a IAM

Serial Changes in Highly Sensitive Troponin I Assay and Early Diagnosis of Myocardial Infarction
Uso de qualquer tipo de exame pode excluir ou confirmar com segurança um IAM dentro de 3 horas de internação de emergência.

O reconhecimento precoce ou exclusão de infarto agudo do miocárdio (IAM) é fundamental para determinar quais os pacientes ou não exigem medidas adicionais de diagnóstico e terapêutica. Em um estudo prospectivo, os pesquisadores compararam a precisão de um novo teste altamente sensível de troponina I (hsTnI) (Troponina Estrutura STAT de Alta Sensibilidade; Abbott Diagnostics) com um exame bem estabelecido de troponina I (eTnI) (Estrutura STAT) para o diagnóstico de IAM na admissão e na 3 horas. O estudo foi parcialmente financiado pelo fabricante dos ensaios.

De 1818 pacientes consecutivos com síndrome coronária aguda suspeita registrados em três hospitais na Alemanha durante 2007 e 2008, 413 pacientes (23%) receberam um diagnóstico de IAM, 56 pacientes com IAM (14%) apresentaram elevação do segmento ST.

Utilizando um ponto de corte da uma concentração de troponina que representa o percentil 99 de uma população de referência, hsTnI na admissão teve uma sensibilidade de 82% e um valor preditivo negativo (VPN) de 95% para IAM, e eTnI uma sensibilidade de 79% e um VPN de 94%. Sensibilidade e VPN em 3 horas para ambos os ensaios foram de 98% e 99%, respectivamente. Combinando a medição no momento da internação com a mudança relativa a três horas, obteve-sevalores preditivos positivos de 96% para ambos os ensaios.


Conclusões dos autores: entre os pacientes com síndrome coronária aguda suspeita, hsTnI ou determinação cTnI três horas após a admissão pode facilitar início regra fora de IAM. Uma mudança de série em hsTnI ou cTnI os níveis, desde a admissão (usando o valor de corte percentil 99 diagnósticos) a 3 horas após a admissão pode facilitar o diagnóstico precoce do IAM.

Estes dados indicam que, para pacientes com síndrome coronária aguda suspeita, os resultados de qualquer ensaio de troponina I, 3 horas após a admissão na emergência, pode ser usado para descartar IAM com precisão de 99%, e a mudança relativa no resultado de ensaio desde a admissão até 3 horas pode ser usado para identificar os pacientes com alta probabilidade de IAM necessidade imediata de procedimentos diagnósticos invasivos e terapêuticas.

Acesso a:




Publicado originalmente por Leonardo C M Savassi

Assistência Integral à Saúde Primária na América do Sul: contextos, realizações e implicações políticas

Um artigo da RSP, que mostra um panorama geral da APS na América do Sul. Porque está em inglês e não em castelhano para mim é um estranhamento, ou talvez eu só esteja ficando velho e chato...


Este artigo resume uma extensa revisão de experiências sul-americano com cuidados primários de saúde desde a Declaração de Alma-Ata. Tem como objectivo abordar as seguintes questões específicas: Quais são as as condições históricas e estruturais que habilitação e restringem às políticas e práticas de atenção primária? Como é que os cuidados de saúde reforma apoiada ou prejudicados cuidados de saúde primários? O que existe de evidência sobre a eficácia dos cuidados de saúde primários? Que estratégias são comuns com as  melhores práticas? Que evidência existe sobre o papel daparticipação cidadã e ação intersetorial? E, finalmente, quais são as lições de política a serem aprendidas com essas experiências? Narrativa síntese foi usada para identificar e analisar padrões nos dados consistentes com essas questões. Condições que foram encontradas para promover a implementação bem sucedida de cuidados de saúde primários estão definidos, juntamente com características de sistemas eficazes de cuidados primários de saúde que ajudam a criar mais serviços e resultados em saúde equilibrados.

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-311X2011001000002&script=sci_arttext

Publicado originalmente por Ricardo Alexandre de Souza em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com

Idosos – quem rotula, anula

O rótulo de “idoso” alberga uma significativa população com mais de 60 anos, sem levar em conta que cada indivíduo é único, em sua história de vida. Em realidade, o indivíduo com mais de 60 anos tem o reconhecimento da sociedade e dos poderes públicos, desfrutando uma série de benefícios, tais como passe livre em ônibus e metrô urbano, meia entrada em cinemas e teatros, preferência em filas, entre outras, sem dúvida, muito justas. Mas, do ponto de vista médico, a rotulagem do idoso pode ser prejudicial e estigmatizar o atendimento com um atendimento estereotipado, relegando a segundo plano a individualidade do paciente, com resultados aquém das expectativas do paciente e do médico.

Grande parte de artigos científicos publicados nas mais renomadas revistas científicas em várias partes do mundo “descobriram” os idosos, o que foi uma formidável fonte de referência teórica para aprimoramento no atendimento aos pacientes mais velhos. Contudo, ao mesmo tempo, pode ser uma fonte de massificação na condução terapêutica destas pessoas.

Na especialidade de Alergia, um exemplo dessa realidade clínica é o surgimento de vários consensos organizados para tratamento de idosos com asma. Se manipulados por especialistas, podem ser de grande utilidade, mas se adotados por profissionais lotados em ambulatórios, sem conhecimento da realidade patológica dos asmáticos idosos, que além da asma, sofrem de outros problemas – cardiológicos, metabólicos, endócrinos, etc. que interagem com a medicação das crises asmáticas.

Quando se consideram outras faixas etárias do ser humano, cada período tem seu esquema de tratamento da asma específico e peculiar como a asma do bebê e lactente, a asma na criança, no adolescente, no adulto, na gestante. Mas, quando se consideram os pacientes com mais de 60 anos, são denominados idosos, sem considerar as diferenças fisiológicas dos vários segmentos etários. De fato, não se pode comparar um idoso aos 60 anos com um de 70 e muito menos aos 80 ou 90. Esta simplificação termina por gerar falhas terapêuticas no tratamento sintomático ou para controle da asma ou de outras doenças alérgicas.

Estas considerações apontam para a necessidade de um olhar personalizado para os idosos e para as características específicas em cada faixa etária, com ganho no controle das doenças alérgicas bem como numa vida mais saudável e proveitosa na velhice.

Dr João Bosco de Magalhães Rios
Diretor da Clínica de Alergia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro

O complicado estupro no BBB

Se você usa o tempo que gastaria assistindo Big Brother Brasil para algo mais saudável, como ler jornais ou se manter informado, provavelmente deve ter se deparado, mesmo assim, com o infame BBB nos últimos dias. Uma grande polêmica se armou quando um dos integrantes foi acusado de, aproveitando-se da embriaguez de uma das moças da casa, ter relações sexuais enquanto ela estava inconsciente.

É a típica situação em que surgem gritas de ambos os lados, uns culpando a vítima, que deveria saber que não se deve convidar um homem para passar a noite em sua cama após uma festa regada a álcool, outros linchando o rapaz como um estuprador em série. Arriscando-me a desagradar aos dois lados (mais uma vez), acho que cabem algumas ponderações.

Leia a íntegra no Portal Estadão.


Visite Modernismos no Brasi

via USP - Caminhos da Cultura


Sem título (Pescador e Barcos), 1929, aquarela e crayon sobre papel, de Emiliano Di Cavalcanti
MODERNISMOS NO BRASIL
De 6/10/2011 à 29/1/2012
ter. a dom., 10 às 18h
Atividade gratuita

MAC USP Ibirapuera
Parque Ibirapuera, Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3º piso (prédio da Bienal)
(11) 5573-9932/ 5255 |www.mac.usp.br

A exposição Modernismos no Brasil continua em cartaz até 29 de janeiro, no MAC USP Ibirapuera. Apresentando 150 obras nacionais e internacionais, a mostra busca discutir as várias vertentes do movimento modernista, principalmente o brasileiro, com sua influências europeias, que aconteceu de 1922 a 1978.

Entre as peças em exposição, divididas em cinco blocos, estão obras de artistas como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Flávio de Carvalho, Di Cavalcanti, Paul Klee, Pablo Picasso, Giorgio De Chirico, Maria Martins, Giorgio Morandi, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Wassily Kandinsky, Fernand Léger, Victor Brecheret, Antônio Gomide, Henri Matisse, Alfredo Volpi, Alexander Calder, Max Bill, Lygia Clark, Marc Chagall, Ismael Nery, Lasar Segall e muitos outros.

Hotel com concierge infantil



Li sobre este assunto em um grupo que faço parte em uma rede social, e resolvi pensar mais sobre a proposta feita por um hotel de colocar um Concierge da idade das crianças visitantes (entre 8-12 ano) dentro de seu hotel para indicar o que visitar. (publicado no NY Daily)
Como empresa parece (pois a idéia é deles e não minha) que eles querem aproximar-se mais das crianças e assim terem mais visitantes.
Ok! Mas surgiram algumas duvidas:
Primeiro, é um trabalho infantil? Afinal a criança deve cumprir um horário, mesmo a reportagem falando que o trabalho não irá atrapalhar os estudos das crianças.
Segundo, a partir daí podemos pensar em quem supervisionaria essas crianças? E quais os seus direitos e deveres?
Na pagina para inscrição existem dois locais para acessar “termos e condições” (terms and conditions to aply) e um “inscreva-se” (apply now).
Nos termos e condições não aparecem nenhum direito ou dever da criança, estes só irão aparecer na hora da inscrição.  (http://www.legoland.co.uk/Book/Terms--Conditions-new/Junior-Concierge-Competition/)
O que faz parecer que há somente um interesse em atrair crianças que conheçam o produto, sejam inteligentes e possam assim atender as necessidades da empresa.
Na inscrição aparecem outros pontos importantes, como o horário de trabalho (sim o texto da empresa diz “work”) que será de 6 horas divididas em 3 períodos de 2 horas durante o final de semana em que a criança estiver na Legoland. A criança ficara hospedada no hotel (e parque) e terá que cumprir essas 6h dentro desse período em que ela “ganhou” para ficar lá. Ela receberá um treinamento, e será supervisionada por um membro experiente da equipe (e se... a criança resolver ser mais sincera do que a empresa imagina, o que será que vai acontecer?) O pequeno concierge terá uniforme e uma mesa no lobby do hotel, portanto ficará a disposição dos visitantes (ou seja, será um funcionário). A inscrição termina ainda com um aviso de que o pequeno pode ser convidado para participar de outras atividades promocionais, como propagandas ou ser contratado no Legoland Windsor Resort Hotel.
Como uma pessoa que estuda lazer imagino que muito provavelmente essa idéia tenha vindo de um adulto e por conseqüência a montagem desses roteiros também, portanto me parece que a criança será usada como uma imagem para atrair outras crianças, e se for isso discordo da situação, assim como demonstrei em alguns pontos de vista acima.
Quero deixar claro que não sou contra o Lego, nem é uma critica a empresa, gosto muito do produto e por isso estou pensando sobre ESSA proposta, inclusive no ponto de vista das crianças, que a principio parece que ganharam um final de semana no hotel.
(EXTRA – fazendo algumas contas - 16h aproximadamente de duas boas noites de 8h de sono cada – 10h para refeição 1h café da manha 2 almoço 2 jantar – 6 horas trabalhando for a o treinamento – o que sobrar ela pode tentar aproveitar, lembrando que ela irá trabalhar 2 horas na manhã de sábado e 2 na de domingo).
Imagino que esses roteiros tenham sido criados a partir de uma pesquisa sobre o grupo, o que mais uma vez mostra a desnecessidade de ter uma criança trabalhando. Um adulto que entende da área seria uma ponte para essas crianças, um adulto sem nenhuma fantasia, apenas executando seu trabalho de orientador (educador, focalizador). Ter uma criança nesse papel parece o de ter uma fantasia para atrair a criança, o que se afasta do que é o LEGO para mim, um brinquedo que possibilita a liberdade, a criação e a criatividade.
A busca por novidades na área de entretenimento pode cometer alguns deslizes, e é assim que eu vejo.

A matéria traz uma enquête se você pensa se é certo colocar crianças para “trabalhar” (o jornal usa aspas, a empresa nos termos não)
respondi que considero um trabalho e fiz parte de um grupo de 26% , porém 69% não acham trabalho e 5% não tem certeza. Será que eles leram como seria esse trabalho??

Quem postou o texto no rede social foi Sut-Mie Guibert - "viajando com pimpolhos"

http://www.nydailynews.com/life-style/legoland-hotel-recruit-kid-concierges-younger-guests-plan-stay-london-park-article-1.1001777?localLinksEnabled=false

http://www.legoland.co.uk/PageFiles/2799/conciergeapplication.pdf 


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Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica – PROVAB


O programa oferece incentivos aos médicos, enfermeiros e cirurgiões dentistas que optarem por atuar nas equipes de saúde da família e outras estratégias de organização da atenção básica, contemplando também equipes que desenvolvem a atenção à saúde das populações ribeirinhas, quilombolas, assentadas e indígenas.Segundo o ministro da saúde, Alexandre Padilha, “Nosso esforço é ampliar a assistência principalmente aos usuários do SUS que ainda têm dificuldades para acessar serviços e profissionais de saúde. Com isso, esperamos reduzir as desigualdades regionais relacionadas à presença e permanência de profissionais de saúde à disposição da população”. Portanto, esta estratégia visa promover articulação entre o ministério da saúde, os municípios e as instituições de ensino, no intuito de atuarmos de forma cooperada para ampliar o acesso e qualificar as ações de atenção à saúde nas populações residentes em áreas de difícil acesso e/ou de maior vulnerabilidade social.Os profissionais que participarem do Programa serão contratados pelos municípios, de forma não precarizada, com adequadas condições de trabalho. Terão acesso a supervisão, feita a distância e presencial e, ao final de um ano como trabalhador da Atenção Básica, acesso a bônus ao realizarem seleção para os programas de residência. Esse conjunto de medidas busca qualificar e valorizar o trabalho realizado pelas equipes de atenção básica, ofertando condições de trabalho tanto físicas quanto financeiras, acesso à formação em serviço, valorizando e fazendo com que os profissionais tenham satisfação em realizar a atenção básica.Desde o dia 8 de dezembro estão abertas as inscrições para que as secretarias de saúde, instituições de ensino superior e Programas de Residência em Medicina da Família e Comunidade, que tenham o desejo de realizar a supervisão dos profissionais do Programa enviem a documentação para aderir ao programa.O prazo foi prorrogado até dia 31/01. Essa prorrogação permitirá que tanto municípios quanto os candidatos à supervisão, façam sua adesão via eletrônica, através de endereços que estarão disponíveis no site do Ministério da Saúde, da própria SGTES do DAB.O edital de convocação para adesão dos profissionais interessados será publicado até dia 09 de janeiro e, via endereço eletrônico apontado no Edital, esses profissionais poderão fazer uma pré-inscrição em seis Perfis, estratificadas de acordo com características sócio-econômicas em cada Estado da Federação. A estimativa é que 3,7 mil vagas sejam abertas para preenchimento já a partir do próximo mês de fevereiro, sendo duas mil vagas para médicos, mil para enfermeiros e 700 para cirurgiões-dentistas.Serão considerados na seleção desses candidatos, a Instituição de ensino onde realizou sua graduação, o Estado onde se formou ou trabalha atualmente a sua ordem de inscrição.
Benefícios - Além de ampliar o número de profissionais de saúde atendendo às populações, os municípios terão prioridade para a implantação de núcleos de Telessaúde nas unidades onde os profissionais vão atuar. O Ministério da Saúde também investirá em cursos de especialização em Saúde da Família para qualificar os profissionais integrantes do PROVAB. A contratação dos profissionais será feita pelas secretarias municipais de saúde, com as quais será estabelecido o vínculo empregatício, de acordo com os procedimentos de seleção e admissão adotados pelos respectivos municípios. Também caberá às secretarias municipais o pagamento dos salários e o custeio de moradias, quando houver necessidade.“A ação vai estimular os profissionais a atuarem nos locais onde a população brasileira mais precisa. Sabe-se que a atenção básica pode resolver mais de 80% dos problemas de saúde das pessoas, reduzindo idas a hospitais e evitando internações”, afirma o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Milton de Arruda Martins. Para os recém-formados, é uma oportunidade de conhecer a realidade das necessidades de saúde das populações cuidadas pela Atenção Básica nos mais diversos lugares do país, de exercer e desenvolver ações de cidadania e saber que o país está mudando e que o interior pode oferecer boas condições de vida e de trabalho.
O PROGRAMA – Nesta primeira edição do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica firmará contrato de um ano com os profissionais que se inscreverem e forem convocados. Ao final desse período, os médicos que tiverem uma boa avaliação de desempenho terão uma pontuação adicional de 10% na nota dos exames de residência médica. Durante toda a atuação nas unidades de saúde, os profissionais serão tutoriados pelas instituições de ensino superior participantes, hospitais de ensino, secretarias estaduais ou municipais de saúde e/ou programas de residência em saúde da família e comunidade, que darão suporte presencial e à distância por meio do programa Telessaúde.
Fonte site DAB/ MS


Publicado originalmente por Ricardo Alexandre de Souza em http://medicinadefamiliabr.blogspot.com